Estou indo às ordas lideradas pelo Christopher Hitchens.
A “gota d´água” foi assistir a um debate na internet a que tive que intervir. Alguns debilóides assistiam e comentavam a um vídeo do Olavo Vilósofo (né, Bach?!), quando percebi que estes marmanjos (e marmanjas) se jactavam de que, recém-chegados da Europa, conseguiram perceber que os europeus culpavam os muçulmanos por todos o problemas deles, que haveria a tal invasão “bárbara” aos países de lá.
Bem, diziam entre si, aquelas “touperas”, que os muçulmanos vivem em guetos por lá na Europa e que gostam disso para poderem se isolar dos demais e preservar sua cultura e tal. E diziam estas coisar com ar blasé e repudiavam os tais islâmicos.
Bom, sabendo que estes comentadores eram metidos a cristãos – e pelo que dizam dos muçulmanos – os indaguei se eles por acaso não estavam tratando muçulmanos tal como foram tratados os judeus na antevépera da segunda guerra mundial.
Eles odiaram minha comparação. Eu me retirei da conversa para não ficar mais puto.
Mas percebi que fanatismo religioso não tem que ter perdão: Voltaire que tava certo! Os fantáticos religiosos não merecem folga. Este fato me fez repensar meus valores e estou a beira do Ateísmo. Quiça, o ateísmo militante…!
Nem que seja só por pragmatismo, pois, claro, acredito em religiosidade verdeira.
Alías, nada a ver com o assunto, mas semana passada voltei a meditar – só que aprendi a meditação Zen Budista: o Zazen. Muito legal, depois comento.
De qualquer modo, acho que deve ser possível praticar a meditação e manter uma atitude “atéia” frente aos fanáticos cristãos ou quejandos. ![]()
